Reflexões sobre o que chamo de a epistemologia do humor
Epistemologia do humor.
Quando ha expansão da consciência, ha um despertar pra realidade. A realidade é coisa da nossa cabeça. O q é, é aquilo q nós criamos pra nós, pelo simples fato de existirmos, de ‘’funcionarmos’’.Funcionamos criando traduções das visões, cheiros, barulhos, gostos, sensações e toques. Td isso q apreendemos no fim tem uma tradução, ou melhor, um sexto sentido, isto é, nós pensamos sobre o q apreendemos. Pensamos, analisamos, articulamos, denominamos, e criamos mais coisas materiais palpáveis aos sentidos. O que você pensa é infinitude. Não temos limites, nem direção certa, apenas uma base prévia de educação moral e ética pra entendermos o q é esse tal de ‘’certo’‘ e ‘’errado’’ q tanto julgam por aí. Podemos então encaminhar essas nossas apreensões dos 5 sentidos para uma tradução q nos eleve ou que nos auto destrua.
A fragilidade de nossos humores está dependente dessa forma de equilibrar esses processo de pensar sobre o q nos faz bem e o que nos sabota.
Se o nível de articulação sobre algo q apreendemos, traduzimos, resultar numa consequência contraria ao bem estar do corpo e mente ou não, depende unicamente da sua capacidade de lidar com ela. O quanto as coisas afetam o humor é total responsabilidade de nós mesmos. Uma pedra no sapato pode incomodar mais do q o fato de pensar q nem sapatos poderíamos ter se não fossemos tão competentes a ponto de ter conquistado um, sabemos q somos suscetíveis a isso, notamos q td tem dois lados,ok?O sensível engana o tempo td o inteligível. O inteligível demanda tempo de preparo e o sensível é como um choque. E ainda sim há casos de grandes tempos de preparar a mente para criar idéias mas ainda sim são idéias que ñ condizem com o primordial da nossa saúde mental e corporal. Idéias q simplesmente castram a nossa própria capacidade de pensar em nosso favor, e em favor de uma disseminação de coisas que gostaríamos de receber também em ações provindas de intelectos alheios. A forma aleatória em q depositamos a confiança da razão e existência do nosso ser nos deixa propício à duras influencias externas. No fim traduzir a felicidade e a frustração entende o tal certo e errado e seu devido nivel d importância
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